Mais uma vez o Brasil teve bom aproveitamento durante o dia nos jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá. Na última terça-feira (14), os brasileiros garantiram seis ouros, com o judô (Luciano Correa e David do Carmo), natação (Leonardo de Deus e revezamento 4x100 livre), ginástica artística (Arthur Zanetti) e canoagem (Isaquias Queiroz). Além das douradas, uma prata e seis bronzes foram conquistadas no dia, contabilizando 13 no total
Ginástica artística
O ginasta Arthur Zanetti confirmou o favoritismo e foi ouro nas argolas. Com apresentação segura, repleta de ótimos movimentos, que garantiu a nota 15.725, o brasileiro superou o americano Donnell Whittenburg, que marcou 15.525, e o cubano Manrique Larduet, com 15.450. Apesar de ser o atual campeão olímpico na modalidade, a medalha dourada no jogo Pan-Americano de Toronto, no Canadá, foi a primeira dele na competição continental. Na disputa individual por aparelhos, o Brasil não conseguiu subir ao pódio. No masculino, Francisco Junior e Lucas Bitencourt terminaram em sexto e oitavo, respectivamente, no cavalo com alças. No solo, Arthur Mariano terminou em quinto. No feminino, Daniele Hypolito deixou escapar o bronze e terminou na quarta colocação no salto.
O ginasta Arthur Zanetti conquistou o oitavo ouro brasileiro no Pan de Toronto, nesta terça-feira (14), ao receber a melhor nota dos jurados nas argolas. O atleta, que já era campeão olímpico, ainda não tinha o título pan-americano.
Para desbancar os adversários, Zanetti fez duas boas apresentações que lhe renderam notas 6.800 e 8.925, em um total de 15.725. Medalha de prata, o norte-americano Donnell Whittenburg marcou soma de 15.525. O cubano Manrique Larduet completou o pódio, com somatória de 15.450.
Logo após a conquista, o técnico do brasileiro, Marcos Goto falou sobre a conquista inédita de Zanetti.
"Essa [medalha no Pan] é praticamente a última da coleção, só faltava ela. Eu acho que isso mostra a boa preparação que a equipe fez, ficamos duas semanas nos EUA. A equipe inteira ficou empenhada e focamos com o Arthur nas argolas", disse o treinador.
"Essa [medalha no Pan] é praticamente a última da coleção, só faltava ela. Eu acho que isso mostra a boa preparação que a equipe fez, ficamos duas semanas nos EUA. A equipe inteira ficou empenhada e focamos com o Arthur nas argolas", disse o treinador.
Foto: Andre Chaco/Lancepress
Foto: Satiro Sodré
Foto: Rodolfo Buhrer/Lancepress
Foto: Jonne Roriz/Exemplus/COB
Antes de mais nada, considero absolutamente impactantes as performances de Arthur Zanetti nas Argolas, Ginástica Artística. Inacreditável que um garoto do ABC, ao redor de São Paulo, graças ao empenho brutal de Marcos Goto, o seu treinador, e graças à sua aplicação pessoal, tenha atingido o topo do planeta. Sinceramente eu me arrepio ao vê-lo naquelas paradas laterais em que as argolas não se movem. Gostaria de cumprir 1% das missões de Zanetti.
Mas, aqui me cabe discorrer sobre a performance do Pólo Aquático nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. Admito, não disponho de muitos fãs. Tudo que aprendi a respeito da modalidade proveio de duas famílias, Pinheiro Lima e Carotini, que me ensinaram até a respirar debaixo d’água. E eu sei que todos permanecem de olhos acesíssimos nos meus textos. Integram os quadros do Pinheiros, clube do qual, na década de 80, eu presidi a Comissão de Esportes, condição que me permite distribuir elogios. Não fosse o Pinheiros, que o Paulistano, o Paineiras, o Fluminense e o Guanabara me perdoem, não haveria o Pólo no Brasil.
Não vou calcular quantas das atuais meninas do treinador Pat Outen defendem o Pinheiros. Cá, não interessa. OK, bem, as garotas do Brasil abiscoitaram uma medalha de bronze no evento de Toronto. Pouco. Dispusessem de mais volúpia e de mais ambição, batalhariam pelo ouro. De todo modo, consolo, 9 X 6 sobre Cuba, gols da enfim acordada Izabella Chiappini (seis), de Catherine (dois) e de Gabi (um).As garotas do Brasil mereciam ir além...
Mais do que um bronze medíocre..
Rede Record

Nenhum comentário:
Postar um comentário