Delegado revela detalhes de crime que chocou Euclides da Cunha; comerciante e comparsa estão presas
Uma testemunha que viu a vítima conversando com Charlene na data em que ela foi encontrada morta, segundo o delegado, foi fundamental para a investigação. A comerciante, que já estava com as malas prontas para fugir para São Paulo, foi presa em 14 de abril, e a dona de casa, que disse que não sabia das intenções da amiga comerciante, no dia 17. Segundo a assessoria da polícia civil, ambas presas por força de mandado.
Durante anos, Maria Rita foi filha de santo de Ivanir, mas passou a frequentar outro terreiro, na cidade vizinha de Quijingue, pertencente a um pai de santo conhecido como “Zé”. Em seu depoimento, Maria Rita disse que seu negócio passou a dar prejuízo e que, segundo o pai de santo, o motivo eram os trabalhos feitos contra ela por Ivanir.
De acordo com o delegado, em coletiva de imprensa, a comerciante deduziu que com a morte de Ivanir, seus problemas financeiros acabariam. No dia do crime, a comerciante pediu a Charlene que fosse à casa de Ivanir, que estava à venda, mostrando-se interessada pelo imóvel. Maria Rita permaneceu distante algumas quadras aguardando as mulheres entrarem no imóvel. Sem ser percebida pela vítima, entrou também na casa, trancou a porta e, usando uma corda que trazia na bolsa, estrangulou Ivanir, que morreu no local.
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