Promotoria da Espanha pede prisão de dirigentes do Barcelona por contratos de Neymar
Atual presidente Josep Maria Bartomeu e seu antecessor, Sandro Rosell, são acusados de crimes fiscais nas negociações com o atacante brasileiro
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O Ministério Público da Espanha pediu nesta segunda-feira uma pena de dois anos e três meses de prisão para o atual presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, e sete anos para seu antecessor, Sandro Rossell, por crimes fiscais no caso da compra do atacante brasileiro Neymar. De acordo com as investigações conduzidas pela Justiça da Espanha, o clube catalão gastou 83,3 milhões de euros (cerca de 288 milhões de reais) para contratar o atleta, e não 57 milhões de euros (200 milhões de reais) como havia sido revelado anteriormente.
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