Decisão de Dilma Rouseff pode gerar demissões na Ferbasa
Instalada em Pojuca, a Ferbasa ameaça de paralisar a produção caso a Chesf não renove o contrato com as eletrointensivas.
Fonte: maisregiao.com.br
Jornal Mais Região
Com o possível veto da presidente Dilma Rousseff para a renovação dos contratos da Chesf com as empresas eletrointensivas, várias metalúrgicas baianas podem paralisar suas atividades. Caso a hidrelétrica não renove o contrato com a Ferbasa de Pojuca, que expira em junho, diversas demissões podem ser realizadas em diferentes áreas de operações.
Mesmo sob a ameaça de paralisar a produção em 13 dos 14 fornos de sua unidade, a Ferbasa firmou contratos de compra de energia elétrica, com previsão de início a partir de julho. Segundo a companhia, os contratos foram efetivados para proteger suas operações, mas as negociações com a Chesf continuam sendo feitas.
Atualmente a companhia emprega, diretamente, 3,2 mil pessoas na fábrica. A Ferbasa informou que já acumulou 76 mil toneladas de produtos acabados para o caso de precisar interromper parte das operações no segundo semestre de 2015.
As empresas com operações vinculadas a esse fornecimento são, além da Ferbasa, o grupo Gerdau, Vale (ligas de manganês), Braskem (cloro-soda e PVC), Paranapanema (cobre), Mineração Caraíba (minério de cobre) e Dow (cloro-soda) na Bahia.
Fundada em 1961 pelo engenheiro metalurgista José Gorgosinho de Carvalho, a Ferbasa tem faturamento bruto anual de R$ 1 bilhão, com cerca de dois terços do valor provenientes de produtos de cromo – com capacidade anual de 170 mil toneladas – e um terço de ligas à base de silício, em torno de 90 mil toneladas.
A reportagem do Mais Região tentou contato com a companhia para falar sobre o assunto, mas assessoria de comunicação não quis se pronunciar.
Jornal Mais Região
Com o possível veto da presidente Dilma Rousseff para a renovação dos contratos da Chesf com as empresas eletrointensivas, várias metalúrgicas baianas podem paralisar suas atividades. Caso a hidrelétrica não renove o contrato com a Ferbasa de Pojuca, que expira em junho, diversas demissões podem ser realizadas em diferentes áreas de operações.
Mesmo sob a ameaça de paralisar a produção em 13 dos 14 fornos de sua unidade, a Ferbasa firmou contratos de compra de energia elétrica, com previsão de início a partir de julho. Segundo a companhia, os contratos foram efetivados para proteger suas operações, mas as negociações com a Chesf continuam sendo feitas.
Atualmente a companhia emprega, diretamente, 3,2 mil pessoas na fábrica. A Ferbasa informou que já acumulou 76 mil toneladas de produtos acabados para o caso de precisar interromper parte das operações no segundo semestre de 2015.
As empresas com operações vinculadas a esse fornecimento são, além da Ferbasa, o grupo Gerdau, Vale (ligas de manganês), Braskem (cloro-soda e PVC), Paranapanema (cobre), Mineração Caraíba (minério de cobre) e Dow (cloro-soda) na Bahia.
Fundada em 1961 pelo engenheiro metalurgista José Gorgosinho de Carvalho, a Ferbasa tem faturamento bruto anual de R$ 1 bilhão, com cerca de dois terços do valor provenientes de produtos de cromo – com capacidade anual de 170 mil toneladas – e um terço de ligas à base de silício, em torno de 90 mil toneladas.
A reportagem do Mais Região tentou contato com a companhia para falar sobre o assunto, mas assessoria de comunicação não quis se pronunciar.
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