EUCLIDES DA CUNHA-BA: MULHER É ENCONTRADA MORTA EM RESIDÊNCIA
Imagem Ilustrativa
No início da manhã desta quarta-feira, 05, uma mulher foi encontrada sem os sinais vitais em uma residência situada à Rua Nossa Senhora de Perpétua, ou Travessa do Pedregulho, no loteamento Jardim Brasil, bairro Duda Macário, em Euclides da Cunha.
O fato foi percebido pelo homem de prenome William, por volta das 6h, quando acordou e percebeu que a mulher de prenome Rita não mais apresentava sinais vitais, conforme foi relatado à polícia. Sua morte pode ter sido decorrente da combinação de bebida alcoólica e uso de remédio controlado, porém somente o laudo da perícia poderá apontar as causas reais do óbito.
Mas o que mais impressiona nesse caso é o local onde Rita foi encontrada sem vida, um pouco distante da sua casa, de onde teria saído por volta do meio dia desta terça-feira, 04, e não retornou desde então.
Segundo informações colhidas, Rita estaria passando em frente a residência que Willian morava, no início da noite desta terça-feira, quando ele a convidou para adentrar a casa, por se sentir sozinho em pleno período carnaval, e ela teria aceitado o convite. O mesmo afirma que ela já apresentava sinais de embriaguez, mesmo assim passaram a tomar mais bebida alcoólica; unicamente “Pitu com geladinho de morango”, na tentativa de assemelhar a uma ‘caipirinha’, conforme declarou.
Passados alguns instantes os dois foram dormir; ela num colchão e ele em uma poltrona. Por volta das 6h, Willian acordou assustado, porque o dia já havia amanhecido e, segundo ele, “ela precisava voltar urgente para sua casa, perto dali” - no mesmo bairro. “Chamei ela para acordar e a quando toquei [nela] senti que estava gelada, fiquei com medo, sem voz e não soube o que fazer. Saí correndo e fui parar na Delegacia, onde consegui falar com um policial de plantão”, disse o mesmo.
“Quando voltei para a casa com o policial ela ainda estava de bruços com o rosto no colchão, do mesmo jeito”, completou.
Com o fato comunicado à polícia, agentes do Departamento de Polícia Técnica de Euclides da Cunha foram até o local para fazer perícia e obter mais detalhes sobre a morte da mulher – se a causa teria sido morte natural ou não.
Perguntado se era amante da mulher em óbito, Willian negou e disse que foi a primeira noite que os dois estiveram juntos. “Agora tô com medo, pois nessa mesma casa já tinha morrido uma senhora de idade, e agora tem essa”, acrescentou.
O corpo de Rita foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, onde foi constatado que o óbito foi de causas naturais, após necropsia, pois a mesma, além de ser dependente de medicamentos, teria ingerindo uma grande quantidade de bebida alcoólica ao longo do dia anterior, de acordo com informações obtidas extraoficialmente.
Após prestar depoimento e mediante constatação da naturalidade da causa da morte, Willian foi liberado do Complexo Policial Civil.
Rita é natural de Euclides da Cunha, 37 anos, deixa dois filhos de uma relação amigável de 17 anos com um senhor.
O fato foi percebido pelo homem de prenome William, por volta das 6h, quando acordou e percebeu que a mulher de prenome Rita não mais apresentava sinais vitais, conforme foi relatado à polícia. Sua morte pode ter sido decorrente da combinação de bebida alcoólica e uso de remédio controlado, porém somente o laudo da perícia poderá apontar as causas reais do óbito.
Mas o que mais impressiona nesse caso é o local onde Rita foi encontrada sem vida, um pouco distante da sua casa, de onde teria saído por volta do meio dia desta terça-feira, 04, e não retornou desde então.
Segundo informações colhidas, Rita estaria passando em frente a residência que Willian morava, no início da noite desta terça-feira, quando ele a convidou para adentrar a casa, por se sentir sozinho em pleno período carnaval, e ela teria aceitado o convite. O mesmo afirma que ela já apresentava sinais de embriaguez, mesmo assim passaram a tomar mais bebida alcoólica; unicamente “Pitu com geladinho de morango”, na tentativa de assemelhar a uma ‘caipirinha’, conforme declarou.
Passados alguns instantes os dois foram dormir; ela num colchão e ele em uma poltrona. Por volta das 6h, Willian acordou assustado, porque o dia já havia amanhecido e, segundo ele, “ela precisava voltar urgente para sua casa, perto dali” - no mesmo bairro. “Chamei ela para acordar e a quando toquei [nela] senti que estava gelada, fiquei com medo, sem voz e não soube o que fazer. Saí correndo e fui parar na Delegacia, onde consegui falar com um policial de plantão”, disse o mesmo.
“Quando voltei para a casa com o policial ela ainda estava de bruços com o rosto no colchão, do mesmo jeito”, completou.
Com o fato comunicado à polícia, agentes do Departamento de Polícia Técnica de Euclides da Cunha foram até o local para fazer perícia e obter mais detalhes sobre a morte da mulher – se a causa teria sido morte natural ou não.
Perguntado se era amante da mulher em óbito, Willian negou e disse que foi a primeira noite que os dois estiveram juntos. “Agora tô com medo, pois nessa mesma casa já tinha morrido uma senhora de idade, e agora tem essa”, acrescentou.
O corpo de Rita foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, onde foi constatado que o óbito foi de causas naturais, após necropsia, pois a mesma, além de ser dependente de medicamentos, teria ingerindo uma grande quantidade de bebida alcoólica ao longo do dia anterior, de acordo com informações obtidas extraoficialmente.
Após prestar depoimento e mediante constatação da naturalidade da causa da morte, Willian foi liberado do Complexo Policial Civil.
Rita é natural de Euclides da Cunha, 37 anos, deixa dois filhos de uma relação amigável de 17 anos com um senhor.
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