Emocionado com sua despedida dos gramados, o agora ex-goleiro do São Paulo fez questão de agradecer a todos que participaram da homenagem


Rogério Ceni lembrou de agradecer aos ex-presidentes do São Paulo por seus 25 anos de clube (Maurício Rummens / Fotoarena)
Rogério Ceni lembrou de agradecer aos ex-presidentes do São Paulo por seus 25 anos de clube (Maurício Rummens / Fotoarena)
Foi com muita festa o último jogo de Rogério Ceni no Morumbi. O maior ídolo da história do São Paulo realizou nesta sexta-feira (11 de dezembro) a sua partida de despedida, que marcou o reencontro dos campeões mundiais de 1992/1993 e 2005. Após 25 anos, o goleiro encerrou a trajetória com a camisa do Tricolor. A 'nova geração', responsável pela conquista do tricampeonato mundial, venceu o amistoso por 5 a 3. Para fechar a noite, o último gol da comemoração foi marcado pelo próprio homenageado, em uma penalidade.
Logo após a contagem regressiva, todos os atletas se reuniram no centro do gramado e aguardaram o discurso de Rogério Ceni. O 'dono da noite' iniciou agradecendo todo o departamento médico e fisiológico do São Paulo. Depois disso, o camisa 01 relembrou a passagem vitoriosa de Telê Santana, um dos maiores nomes da história do clube, e foi ovacionado pela torcida. O nome do ex-presidente Juvenal Juvêncio, que morreu nesta semana, também foi exaltado pelo ídolo tricolor. O único momento que causou uma rejeição em parte das arquibancadas foi quando o goleiro exaltou o meia Danilo, que se recusou a comparecer à despedida do Mito por vestir atualmente a camisa do arquirrival Corinthians.

"Vocês (torcedores) foram motivo de tudo isso. Do sonho que durou 25 anos. Eu peço que vocês, quando olharem para a camisa que vestem, terem a noção de que cada ex-atleta que esteve em campo hoje é uma estrela vermelha no uniforme do São Paulo", disse o ex-goleiro. Apesar de se despedir dos gramados, Ceni fez questão de relembrar que a equipe conseguiu a classificação para a próxima edição da Copa Bridgestone Libertadores. "Eu quero ver essa torcida aqui nas quartas-feiras de Libertadores, gritando e empurrando a equipe", destacou o ex-capitão do São Paulo.
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