FERA
Cristiano Ronaldo anunciou sua saída do Real Madrid nesta terça-feira | Foto: Tatyana Makeyeva/Reuters
Cristiano Ronaldo anunciou sua saída do Real Madrid nesta terça-feira | Foto: Tatyana Makeyeva/Reuters
A chegada de Cristiano Ronaldo à Turim está gerando repercussões de todos os tipos, não só positivas. Nesta quarta-feira (11), o sindicato de trabalhadores da Fiat, uma das patrocinadoras do novo time do português, anunciou que os funcionários entrarão em greve por dois dias devido à contratação do português. “Não é aceitável que os trabalhadores continuem fazendo enormes sacrifícios econômicos, enquanto a companhia gasta milhões de euros num jogador. Dizem que os tempos estão difíceis, que precisamos recorrer a redes de segurança social, à espera do lançamento de novos modelos, que nunca chegam”, dizem no início do comunicado. O texto continua questionando a justiça de “investir muito dinheiro em um único recurso humano” enquanto “os trabalhadores e suas famílias apertam os cintos cada vez mais”. “Isso é justo? É normal que uma pessoa ganhe milhões, enquanto milhares de famílias não conseguem nem chegar ao meio do mês?”, protestam os trabalhadores.  A Juventus desembolsou 105 milhões de euros, o equivalente a R$ 471 milhões, para contratar o jogador de 33 anos. Cristiano Ronaldo vai receber 30 milhões de euros por ano (R$ 136 milhões/ano) pelo acordo. De acordo com o site italiano Football-Italia, parte desse valor será financiado pela empresa Exor, que pertence a montadora de veículos e a mesma família do dono da Juventus Massimiliano Agnelli. A família Agnelli é dona da Juventus, da Fiat e de outras empresas do ramo automobilístico.
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