No final do século XIX, no ano de 1885, João Alves de Araújo, recém-chegado da região do Recôncavo, comprou um terreno que tinha por limites as fazendas Cachoeira, Serra Branca, Morros e Bananeira e construiu uma pequena casa branca, onde hoje fica o centro da cidade de Andorinha, batizando o local como Fazenda Gato, motivo que logo lhe rendeu o apelido de João do Gato.
Na Fazenda Gato, nasceram e se criaram seus treze filhos Mateus, Elizeu, João , José. Pedro, Abílio, Gervásio, Antônio, Leocardo, José Pedrosa, Raimunda, Joana e Maria Pedrosa, todos foram filhos de sua primeira esposa, Dona Josefa. Depois do falecimento de Josefa, João do Gato casou com Lorinda, com quem viveu até o fim dos seus dias.
João do Gato era um homem muito trabalhador e progressista. Sabia da importância que a educação tem na vida de uma pessoa, por isso trouxe o professor Antônio Emílio, da cidade de Senhor do Bonfim, para alfabetizar seus filhos e os filhos de outras pessoas, que aos poucos foram morara na Fazenda Gato.
Sendo um homem muito religioso, trazia o Vigário Tolentino, da Paróquia de Senhor do Bonfim, para celebrar missas em sua residência, que logo ficou pequena para tanta gente. Em 1919, foi construída a Capela do Sagrado Coração de Jesus (que não existe mais ) por João Gato, com a ajuda dos seus filho. Na capela, os encontros eram cada vez maiores, até que em um determinado ano veio uma Santa Missão.
Em frente à comunidade existia um rochedo branco chamado Morro das Andorinhas, porque ali havia uma toca de andorinhas. Após a construção da capela, as andorinhas passaram a pousar no teto da parte frontal da capelinha, acontecimento que chamava a atenção dos moradores e fez com que a Fazenda Gato passasse a se chamar Andorinha

fonte: https://www.facebook.com/andorinhabahia2012

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