Ataíde Gil Guerreiro e Carlos Miguel Aidar em entrevista coletiva no CT© Gazeta Press Ataíde Gil Guerreiro e Carlos Miguel Aidar em entrevista coletiva no CT
A briga entre Carlos Miguel Aidar e Ataíde Gil Guerreiro em um hotel de São Paulo na última segunda-feira pode causar até a expulsão de ambos do clube tricolor.
Os dirigentes estavam reunidos no Hotel Radisson, no bairro do Itaim, pela manhã, como é praxe. Os ânimos se exaltaram quando a questão de um possível substituto para o técnico Juan Carlos Osorio (que tem uma oferta para assumir a seleção mexicana de imediato) apareceu.
De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, ambos trocaram socos; o ESPN.com.brapurou que Guerreiro derrubou Aidar com um golpe.
O mandatário negou o entrevero, enquanto o vice não se posicionou.
A situação, agora, pode complicar para ambos pelo estatuto do São Paulo.
Segundo o item A do artigo 34, constitui infração "mau comportamento do associado nas dependências do Clube consideradas estas, por extensão, os centros de treinamento e outras assemelhadas, ou como representante deste em qualquer local (como o hotel em que eles estavam reunidos)".
"O associado que infringir disposições deste Estatuto, tiver conduta inconveniente ou praticar atos incompatíveis com as tradições do Clube, torna-se sujeito às seguintes sanções: a) advertência verbal, por qualquer Diretor, e por escrito, pela Diretoria; b) suspensão, por qualquer Diretor, 'ad referendum' da Diretoria, e pela própria Diretoria; c) eliminação, pela Diretoria, após o direito ao associado do contraditório e da mais ampla defesa", diz o artigo 30 da carta magna do clube do Morumbi.
Os dois dirigentes já podem ser suspensos preventivamente do São Paulo durante a investigação e teriam 15 dias para apresentar suas defesas. Se o caso mais extremo acontecer, eles serão expulsos do clube e vão perder o título de sócios, o que "acarretará a perda dos direitos dos seus dependentes".
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